Taoismo: Laozi e um caminho para a virtude



É bem possível que você já tenha visto por aí algum livro que começa com a expressão "O Tao".

Eu mesmo tenho um aqui em casa, chamado O Tao da Espionagem (em inglês), que trata de como essa "arte" se desenvolveu na China antiga. Mas talvez você tenha lido, visto ou ouvido falar de um mais conhecido: O Tao da Física (que eu ainda não li - nem sei se irei).

Não precisa ser um gênio pra perceber que esse "Tao" vem de taoismo e tem tudo a ver com o tema principal de nosso blog.

De fato, desde a primeira leitura que fiz do livro A Arte da Guerra de Sun Tzu tive a impressão, dado meu conhecimento incipiente de taoismo à época, de que ambos tinham muito em comum.

Ainda mais que essa primeira leitura foi da tradução da versão francesa do padre Amiot. Essa versão, digamos, dava uma adocicada no texto original – e eu caí nessa armadilha durante um bom tempo aqui no blog.

Ainda assim, o livro de Sun Tzu parece ter relação muito forte com essa milenar forma de espiritualidade - e acho que você deverá concordar. Obviamente, assumindo que já tem uma boa ideia do conteúdo do tratado bélico e também que irá ler este post até o final.

Vem comigo!

Taoísmo... o que é isso mesmo?



Basicamente, curto e grosso: o taoismo é uma tradição filosófica (ou religiosa ou espiritual) de origem chinesa que tem a ver com aquela boa e velha ideia de viver em harmonia, em alinhamento com o fluxo natural ou ordem estrutural cósmica do universo.

O termo Tao é utilizado em outras filosofias chinesas antigas não relacionadas ao taoismo - pelo menos não diretamente - e pode significar:

  • o caminho (ou fluxo) natural do universo;
  • o caminho;
  • caminho; ou
  • princípio.

Também pode ser interpretado como estrada, canal, trilha, doutrina ou linha.

Ele denota algo que é ao mesmo tempo a fonte e a força por trás de tudo o que existe.

É "o único", que é natural, espontâneo, eterno, sem nome e indescritível.

É ao mesmo tempo o princípio de todas as coisas e a maneira pela qual todas as coisas perseguem seu rumo.

O Tao é, ainda, algo imanente às pessoas – ou seja, elas podem encontrá-lo dentro de si mesmas.

Já a palavra "taoismo" em si é comumente associada a pelo menos dois aspectos diferentes de uma mesma tradição:

  1. Religião taoista (daojiao, ensinamentos do Tao) ou aspectos litúrgicos – trata-se basicamente de famílias de movimentos religiosos organizados que compartilham conceitos e terminologias da “filosofia taoista”, sendo que a primeira dessas famílias é reconhecida como a Escola dos Mestres Celestiais.
  2. Filosofia taoista (daojia, escola ou família do Tao), também referencada como taologia (daoxue, aprendizado do Tao) ou como aspecto místico – são as doutrinas filosóficas baseadas nos textos do I Ching, do Tao Te Ching (daodejing) e do Zhuangzi.

No entanto, essa distinção é rejeitada por boa parte dos estudiosos ocidentais e japoneses, uma vez que o taoismo em si é muito mais complexo (e fascinante) do que deixa transparecer uma categorização entre religião, filosofia e o que mais aparecer.

Origem, formação e desenvolvimento do taoismo



Laozi é tradicionalmente considerado o fundador do taoismo e está intimamente associado, nesse contexto, com sua versão "original" ou "primordial".

Até porque, a ele é atribuída a autoria do famoso Tao Te Ching, principal livro relacionado ao taoismo - outros livros importantes são:


Voltando a Laozi, sua real existência é contestada, muito embora a tradição aponte que ele tenha nascido em 604 AEC, mais ou menos na mesma época de Confúcio – o que o tornaria contemporâneo de Sun Tzu, sobre o qual também pairam acusações de não ter existido de verdade.

Puxando um pouco mais esse fio de meada, caso minha teoria (literária) esteja correta, e Sun Tzu seja filho da família Tian de Qi, não é improvável que tenha conhecido Laozi, ou pelo menos ouvido falar dele.

Mas deixemos essa hipótese no ar, já que, por enquanto, é apenas um exercício imaginativo.

Voltando à Terra, e às contradições das tradições, perceba que Laozi teria vivido ao longo do século VI de antes da era comum, mas o Tao Te Ching, obra seminal do taoismo a ele atribuída, é datado do período final do século IV AEC.

Fica óbvio que há algo de podre no reino da Dinamarca, concorda?

Xamãs, adivinhos e a escola de Naturalistas

Outro ponto interessante é que o Taoismo tem suas fundações cosmológicas baseadas na escola de Naturalistas – na forma de seus principais elementos:

  • Yin e Yang; e
  • as Cinco Fases

Essa escola se desenvolveu durante o período dos Estados Beligerantes, entre os séculos IV e III AEC.

Ainda sobre essa fase de surgimento do taoismo, é possível identificar quatro componentes:

  1. Taoismo filosófico, associado ao Tao Te Ching e a Zhuangzi;
  2. Técnicas para alcançar o êxtase (e isso muito me interess..., digo, interessa pra minha história...);
  3. Práticas para alcançar a longevidade ou a imortalidade; e
  4. Exorcismo (isso mesmo, e não estamos a falar de Emily Rose).

Alguns elementos do taoismo podem ser rastreados até religiões populares pré-históricas da China, que mais tarde se uniram em uma tradição taoista.

Em particular, muitas práticas taoistas tiveram origem:

  • nos fenômenos do período dos Estados Beligerantes denominados wu, ou xamãs (ligados à cultura xamânica do norte da China); e
  • no fangshi, que provavelmente era derivado dos arquivistas-adivinhos da antiguidade, um dos quais, supostamente, era o próprio Laozi.

Ambos os termos eram usados para designar indivíduos dedicados a:

  • magia;
  • medicina;
  • adivinhação;
  • métodos de longevidade;
  • contemplações em êxtase; e
  • exorcismo.

Inclusive “xamãs” e “feiticeiros” são palavras frequentemente utilizadas como tradução para wu (e, sim, eu tenho um texto planejado somente para esse assunto - mas não me pergunte quando ele sai).

Vale notar que os fangshi estavam, filosoficamente, próximos à Escola de Naturalistas, e se baseavam muito em especulações astrológicas e relacionadas ao calendário chinês em suas atividades divinatórias.

Outras escolas do taoismo e as cinco medidas de arroz



A primeira forma organizada do taoismo foi a escola Tianshi, ou Mestres Celestiais – depois conhecida como escola Zhengyi –, desenvolvida a partir movimento do final do século II denominado Cinco Pecks de Arroz.

Já o movimento havia sido fundado por Zhang Daoling, que alegara ter Laozi aparecido para ele no ano de 142 - aqui é bom destacar que, em meados do séc. II antes da Era Comum, Laozi transformara-se em divindade, por meio da vontade imperial.

A escola Tianshi foi oficialmente reconhecida pelo governante Cao Cao em 215, de forma a legitimar sua ascensão ao poder.

Na forma da escola Shangqing, o taoismo teve seu status oficial reforçado na China durante a dinastia Tang (618 a 907). O curioso aqui é o fato de que os imperadores dessa dinastia reivindicavam parentesco com ninguém menos que Vossa Divindade, Laozi.

O movimento Shangqing, no entanto, tinha se desenvolvido muito mais cedo, ainda no séc. IV, com base em uma série de supostas revelações feitas por deuses e espíritos a um certo Yang Xi entre os anos de 364 e 370.

De 397 a 402, Ge Chaofu compilou uma série de escrituras que mais tarde serviu de base para a fundação da escola Lingbao, que desenvolveu maior influência durante a dinastia Song (960 a 1.279).

Vários imperadores Song, mais notavelmente Huizong, eram ativos na promoção do taoismo - colecionando textos taoistas e publicando edições do Daozang.

No séc. XII, foi fundada em Shandong a escola Quanzhen – que floresceu durante os dois séculos seguintes e, ao longo da dinastia Yuan, tornou-se a maior e mais importante escola taoista ao norte da China.

Reza a lenda que o mestre mais reverenciado dessa escola, Qiu Chuji, reuniu-se com ninguém menos que Genghis Khan em 1.222 e foi bem sucedido em influenciar o conquistador a ser mais contido em suas conquistas brutais.

Inclusive, por decreto do próprio Khan, a escola também foi isenta de tributação.

Seguindo o jogo, diversos aspectos do taoismo - assim como do confucionismo e do budismo - foram conscientemente sintetizados na escola Neo-confucionista, que eventualmente se tornou parte da ortodoxia imperial (para os fins burocráticos do Estado) sob a dinastia Ming (1.368 a 1.644).

A dinastia seguinte, Qing (1.644 a 1.912), por outro lado, favoreceu sobremaneira os clássicos confucionistas em detrimento das obras taoistas. Durante o séc. XVIII, por exemplo, foi constituída a biblioteca imperial, mas dela foram excluídos praticamente todos os livros taoistas.

Principais textos do taoismo



Tao Te Ching


O Tao que pode ser dito não é o Tao eterno.
O nome que pode ser nomeado não é o nome eterno.

Assim Falou Zaratustra... digo, assim começa a obra considerada o trabalho seminal do taoismo - um livro compacto e ambíguo contendo ensinamentos atribuídos a Laozi (ou Lao Tzu, ou Lao Tsé).

Juntamente com os escritos de Zhuangzi - que interpreta e amplia as ideias de Laozi - o Tao Te Ching fornece a base filosófica do taoismo - decorrente dos oito trigramas (bagua) de Fu Xi nos idos de 2.700 AEC, na China.

Frequentemente referido como o Laozi - em alusão ao seu suposto autor - não apenas a autoria, como também a data de origem e até mesmo a unidade do texto são ainda objeto de debate – e provavelmente nunca serão conhecidos com certeza.

Aliás, como a maioria desses textos antigos da China - que o digam o Clássico da Poesia Chinesa e os Analetos de Confúcio.

Os primeiros textos do Tao Te Ching a serem  escavados (escritos em tábuas de bambu) datam do final do séc. IV AEC. Mas a versão mais antiga conhecida do livro é um pouco anterior, do final do séc. V AEC.

Zhuangzi

Seu título refere-se ao nome de seu suposto autor e a obra é considerada um dos textos mais importantes no taoismo.

Esse status foi alcançado muito em função do trabalho de Guo Xiang (cerca de 300 EC) que teria feito a primeira e mais importante revisão do texto.

Composto de escritos de várias fontes, a visão tradicional é de que o próprio Zhuangzi teria escrito os primeiros sete capítulos (chamados capítulos interiores) e seus discípulos, bem como estudiosos da obra, teriam sido responsáveis pelas outras partes (os capítulos exteriores e diversos).

O trabalho usa anedotas, parábolas e diálogos para expressar um de seus principais temas: alinhar-se às leis do mundo natural e ao caminho dos elementos.

I Ching



Os principais conceitos da doutrina tem uma relação muito próxima com os princípios da escola do yin yang (uma das coisas que a gente vê n’A Arte da Guerra também) e são fortemente influenciados por um dos cinco clássicos da literatura chinesa antiga: o famoso I Ching, o Livro das Mutações.

As práticas de adivinhação do I Ching, inclusive, ainda são seguidas por uma parte dos taoistas da atualidade.

O I Ching consistia originalmente de um sistema de adivinhação que teve suas origens por volta de 1.150 AEC.

E ainda que seja anterior às primeiras menções do Tao como um sistema organizado de filosofia e prática religiosa, este texto mais tarde tornou-se filosoficamente importante não apenas para o taoismo, mas também para o confucionismo.

Despojado de seus comentários, o I Ching consiste de de um sistema divinatório baseado em 64 combinações de oito trigramas (chamados de "hexagramas"), tradicionalmente escolhidos por meio do jogo de moedas ou, especialmente nas antigas, gravetos de aquiléia.

As 64 notações originais dos hexagramas do I Ching também podem ser lidas como uma meditação sobre as mudanças - daí seu subtítulo O Livro das Mutações - relacionadas aos ciclos de yin e yang.

E é em relação ao gerenciamento desses ciclos o principal ponto de contato entre a obra e a filosofia taoista - tal como defendida por Laozi e pelo mestre taoista Liu Yiming (nesse caso, mais recentemente, no séc. XVIII).

Daozang

Depois de Laozi e Zhuangzi, a literatura do taoismo cresceu de forma constante e foi compilada na forma de um canon, o Daozang ("Tesouro do Tao"). Essa compilação ocorreu principalmente durante as dinastias Jin, Tang e Song.

A versão sobrevivente hoje foi publicada durante a dinastia Ming e inclui quase 1.500 textos.

Seguindo o exemplo do Tripitaka budista, ele é dividido em três dong ("cavernas", "grutas") - organizados a partir da "mais alta" para a "mais baixa":

  • Zhen ("real" ou "verdade"), inclui os textos Shangqing;
  • Xuan ("mistério"), inclui as escrituras Lingbao; e
  • Shen ("divino"), inclui textos anteriores às revelações Maoshan.

A escola Shangqing tem uma tradição de se aproximar do taoismo por meio do estudo das escrituras.

Acredita-se que a pessoa que recitar alguns textos com uma frequência suficiente será recompensada com a imortalidade.


Principais conceitos do taoismo



Os ensinamentos do taoismo, por desprezar os rituais rígidos e as classes sociais, divergem drasticamente do pensamento de Confúcio.

Entre os principais conceitos destacados pela doutrina, encontram-se:

  • Naturalidade;
  • Espontaneidade;
  • Simplicidade;
  • Desapego dos desejos;
  • Três tesouros; e,
  • Wuwei - ação através da não-ação, outra ideia que a gente vê no livro de Sun Tzu.

Os conceitos de naturalidade e espontaneidade são oriundos dos termos Tao (que já vimos lá no início deste texto) e Te, que tem a ver com o cultivo da virtude e com um indivíduo que vive e cultiva o Tao.

A seguir, conheceremos um pouco mais alguns desses conceitos.

Wuwei

O estranho termo wuwei constitui o principal conceito ético no taoismo.

Wei se refere a qualquer ação intencional ou deliberada, enquanto wu carrega o significado de "não há..." ou "falta, sem". Daí que traduções comumente encontradas são:

  • não ação;
  • ação sem esforço;e
  • ação sem intenção.

O significado é reforçado (e fica até mais estranho) ao se usar a expressão weiwuwei, que seria algo como "ação sem ação". Em textos taoistas antigos, por conta de sua natureza maleável, wuwei é associado à água - e isso me lembra também do nosso querido Bruce Lee.

A filosofia taoista, de acordo com o I Ching, propõe a existência de um funcionamento harmônico do universo, de acordo com suas próprias maneiras - o que me lembra daquela velha expressão cristã:

Deus escreve certo por linhas tortas.

A ideia parece até simples: quando alguém exerce a sua vontade de tal maneira que ela se posiciona fora do ritmo dos ciclos de mudança, pode acabar perturbando essa harmonia e é mais provável que ocorram consequências não intencionais, em vez do resultado esperado.

Em outras palavras, de acordo com o taoismo, deve-se colocar a própria vontade em harmonia com os ciclos do universo natural. Assim, uma ação ou atitude potencialmente prejudicial pode ser evitada e, desta forma, os objetivos podem ser alcançados sem esforço.

Não sei pra você, mas pra mim isso faz um sentido danado e, no final das contas, por meio do wuwei, o sábio procura entrar em harmonia com o grande Tao, que se realiza justamente pela não-ação.

Naturalidade



Naturalidade é considerada como um valor central no taoismo e descreve o estado primordial de todas as coisas, bem como uma característica básica do Tao.

É geralmente associada a espontaneidade e criatividade.

Para se alcançar a naturalidade, é preciso se identificar com o Tao, o que envolve:

  • libertar-se do egoísmo e do desejo; e
  • apreciar a simplicidade.

Uma metáfora frequentemente citada para naturalidade é pu, o "bloco não talhado", que passa a ideia de uma natureza original, ainda não marcada pela cultura de um indivíduo.

A naturalidade é normalmente referida como um estado ao qual o indivíduo retorna.

Três Tesouros

Aqui, a gente encontra informações variadas, a depender da fonte de consulta. Pode-se tanto falar de Três Tesouros (ou Joias) Taoistas vinculados à Tradicional Medicina Chinesa (TMC), quanto exclusivamente relacionados ao taoismo.

No primeiro caso, temos:

  • Jing: energia do esperma/ovário (sim, você leu direito) ou a essência do corpo físico;
  • Qi: energia da matéria ou força da vida, incluindo os pensamentos e emoções - mais um conceito encontrado no livro A Arte da Guerra; e
  • Shen: espírito ou poder espiritual.

Esses termos são elementos do tradicional conceito chinês do corpo humano, que compartilha a sua fundação cosmológica com o taoismo. Nesse contexto, eles desempenham um importante papel na neidan (que seria algo como "alquimia interna taoista").

No segundo caso, sem relação com a TCM, os Três Tesouros Taoistas seriam:

  • Jian, geralmente traduzida como moderação;- é um conceito associado a moderação e
  • Ci, normalmente traduzido como compaixão; e também relacionado a compaixão
  • Bugan wei tianxia xian, literalmente “não se atrever a agir como o primeiro sob os céus”, mas normalmente traduzido como humildade.

Há diversas interpretações possíveis para o conjunto desses três últimos. Algumas delas poderiam ser:

  • abstenção de guerra agressiva e da pena de morte;
  • absoluta simplicidade de vida; e
  • recusa de afirmar a autoridade ativa.

Os séculos e a influência



Ao longo de todos esses séculos de história, é inegável a profunda influência que o taoismo tem exercido sobre a cultura chinesa - e vice-versa.

Tanto que não é difícil relacionar manifestações culturais que, de um jeito ou de outro, foram se ligando ao taoismo.

Para que não restem dúvidas, inclusive, dá só uma olhada nessas:

  • alquimia chinesa (especialmente a neidan);
  • astrologia chinesa;
  • Chan (Zen) Budismo;
  • várias artes marciais;
  • medicina tradicional chinesa;
  • feng shui, e por aí vai.

Atualmente, o amálgama do antigo pensamento taoista com a antiga religião chinesa é uma das cinco religiões reconhecidas oficialmente na República Popular da China (RPC).

Além da China, o taoismo também teve influência sobre outros povos na Ásia, possuindo comunidades consideráveis em Taiwan, Hong Kong e Japão - além de outras sociedades do Sudeste Asiático.

Em menor medida, acabou se espalhando pelo mundo e, no Brasil, existem vários ramos do taoismo - tanto o filosófico (taochia), quanto o religioso (taochiao) -, sendo que uma das vertentes religiosas mais importantes é representada pela Sociedade Taoista do Brasil.

Para finalizar, gostaria de dizer que recolhi muito material sobre o taoismo que não coube neste texto. Ficou de fora uma vasta gama de informações sobre a doutrina, tais como:

  • cosmologia;
  • teologia;
  • símbolos;
  • práticas;
  • arte; e
  • política.

Mas como este texto já estava ficando muito grande e, naturalmente, sempre é possível deixar essas coisas para outra ocasião, resolvi parar por aqui.

Espero que tenha gostado e continue acompanhando o blog para saber mais sobre tudo que tem a ver com Sun Tzu e A Arte da Guerra.

Grande abraço e zài jiàn!


Créditos e referências

Exceto pelas imagens da xícara e dos hexagramas em linguagem de programação, todas as demais são de autoria de Ana Paula Hirama e estão disponíveis no Flickr.

As duas fotos citadas acima possuem os seguintes créditos:

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