Kung fu, wushu e as artes marciais chinesas (como você nunca viu)

Crianças negras imitando posições de kung fu

Lembro muito vagamente de recorrer a um velho cinema de minha cidade natal para me atualizar quanto às últimas novidades da sétima arte. Foi lá que assisti a filmes como Rambo III e o profético-pós-apocalíptico Cherry 2000.

Lá também fui apresentado a filmes de artes marciais chinesas, ou simplesmente kung fu, que invariavelmente tinham "templo" e "Shaolin" em seu título.

Faz bastante tempo já e, naturalmente, não vou lembrar dos detalhes.

Mas certamente esses filmes deixaram algum tipo de marca, de modo que ainda hoje sou fascinado por sua estética.

Obviamente, não sou o único influenciado. Quentin Tarantino, por exemplo, não escondeu o jogo quando fez seu insano Kill Bill.

Além disso, esses filmes, junto com a série Besouro Verde e com os longas-metragens do próprio Bruce Lee, abriram a porteira para os filmes de artes marciais. Também abriram espaço para o surgimento de astros dos mais variados quilates.

Para citar alguns:

  • Jean-Claude Van Damme;
  • Jackie Chan; e
  • Jet Li.

Antes dos filmes e do cinema, no entanto, as artes marciais (chinesas, especialmente) já eram uma realidade para milhões de pessoas. Certamente, tiveram uma explosão de popularidade no ocidente, após o sucesso nas telonas, mas penso que teriam sobrevivido muito bem sem isso.

Bem, pelo menos no oriente, onde possuem essa tradição milenar.

Por conta dessa fantástica história - e pelo fato de que o assunto tem tudo a ver com Sun Tzu e A Arte da Guerra - é que decidi fazer um post especial sobre o kung fu e as artes marciais chinesas.

Vem comigo!

Round 1, fight!



Para começar o combate, vamos primeiro esclarecer o significado de “artes marciais”, a fim de continuarmos nossa luta conversa com o mesmo nível de entendimento.

Uma explicação vem do Portal Educação:

A palavra “marcial” é oriunda do Deus da guerra, Marte, portanto, “arte marcial” possui o sentido de “arte da guerra”. Sendo assim, são consideradas artes marciais aquelas modalidades cuja criação tem uma finalidade bélica. Naturalmente, com a criação das armas de fogo, o uso de sistemas de luta corporal na guerra foi se tornando cada vez mais obsoleto, porém, estas modalidades ainda são chamadas de artes marciais.

Na Wikipedia (não dá mais pra escapar dela, dá?) tem uma explicação mais sóbria:

As artes marciais são sistemas e tradições de práticas de combate codificados, que são praticados por uma variedade de razões (...) Embora o termo arte marcial tenha se associado às artes de combate da Ásia oriental, originalmente se referia aos sistemas de combate da Europa da década de 1550 – pelo menos.

O artigo ainda reforça a origem latina da palavra “marcial”, relacionada ao deus romano da guerra, Marte - mas isso você já sabia, não é mesmo?

O que talvez você não saiba, é que alguns autores argumentam que os termos “artes de combate” ou “sistemas de combate” seriam mais adequados. Isso pelo fato de que muitas “artes marciais” não foram necessariamente usadas ou criadas por guerreiros ou soldados profissionais.

Mesmo assim, para o bem da boa comunicação, vamos ficar com o termo com o qual todos estamos acostumados, ok?

Pois bem, está claro então que as artes marciais não são exclusividade do oriente, muito menos da China.

De fato, as grandes civilizações antigas tiveram suas próprias artes marciais. Além da China, podemos citar ainda, como exemplos:

  • Egito;
  • Grécia;
  • Índia;
  • Japão;
  • Mesopotâmia; e
  • Roma.

Um dos mais antigos registros conhecidos de cenas de combate, por exemplo, data do ano 3400 de Antes da Era Comum (AEC). São pinturas egípcias antigas que mostram um tipo de luta.

Outro antigo registro – de 3000 AEC, Mesopotâmia (Babilônia) – é um conjunto de relevos e poemas retratando formas de luta.

Na Europa, as fontes mais priscas sobre a tradição das artes marciais situam-se na Grécia Antiga. Boxe (pygme, pyx), wrestling (pale) e pankration estavam presentes nos Jogos Olímpicos da Antiguidade.

E naturalmente não podemos nos esquecer dos romanos, com seus espetáculos públicos de sangue e selvageria levados ao ápice nas arenas do Coliseu pelos espanhóis da vida.

História das artes marciais na China


Estátua de Huangdi - também conhecido como Imperador Amarelo

Na China, as artes marciais parecem ter se originado no período da dinastia Xia, mais de 4000 anos atrás.

Segundo a tradição, Huangdi – a mítica figura do Imperador Amarelo, que teria ascendido ao comando do reino mais ou menos em 2698 AEC – criou os primeiros sistemas de combate da China.

Convém ressaltar aqui o fato de que ao Imperador Amarelo são atribuídas várias criações, desde armas e utensílios diversos, até tratados sobre medicina e astrologia.

No entanto, não teria sido ele a única lenda a criar um estilo de combate. Chi You, um de seus principais adversários, teria sido o criador do jiao di – um precursor da moderna arte do wrestling chinês.

Obviamente, o que nos informa a tradição tem muito mais de lenda do que de fato.

De papel passado

Em termos de documentação, as primeiras referências às artes marciais chinesas são encontradas nos famosos Anais da Primavera e Outono, onde é mencionada uma teoria de combate corpo-a-corpo.

Também o clássico dos Ritos – atribuído a Confúcio, e mais ou menos da mesma época dos Anais – menciona um sistema de combate chamado juélì ou jiǎolì.

Ele incluía técnicas de:

  • golpes;
  • arremessos;
  • manipulação das articulações; e
  • ataques de pontos de pressão.

Taoismo, Estados Beligerantes e uma dinastia depois da outra



Também a filosofia taoista e sua abordagem de saúde relacionada a atividades físicas influenciou, até certo ponto, as artes marciais chinesas.

Praticantes do taoismo tem exercitado o tao yin – uma atividade física semelhante ao tai chi chuan – pelo menos desde 500 AEC, no período da história chinesa conhecido como Primavera e Outono.

Além disso, referências diretas a conceitos taoistas podem ser encontradas, por exemplo, em estilos como o dos oito imortais.

Já durante o período dos Estados Beligerantes (480-221 AEC), houve um extenso desenvolvimento da filosofia e da estratégia marcial – tendo como resultado não apenas A Arte da Guerra de Sun Tzu, mas também alguns dos outros seis Clássicos Militares da China Antiga.

Daí pra frente, vários períodos apresentaram algum destaque no desenvolvimento das artes marciais chinesas:

  • Dinastia Qin (221-207 AEC) - o jiao di ao qual nos referimos ali em cima tornou-se um esporte; 
  • Dinastia Han (206 AEC a 8 EC) - as bibliografias que registram a história dessa dinastia relatam uma distinção entre a luta sem armas e sem regras - conhecida como shǒubó, para a qual manuais de treinamento já haviam sido escritos – e a luta esportiva, conhecida como juélì;
  • Entre 39 e 92 EC - foram incluídos capítulos relacionados à luta com as mãos no texto de Pan Ku conhecido como Han Shu;
  • Cerca de 100 EC - o Shǐ Ji, Registros do (Grande) Historiador, escrito por Sima Qian, também documenta o wrestling;
  • Aí por volta de 220 EC - o médico Hua Tuo compôs os Exercícios dos Cinco Animais - tigre, cervo, macaco, urso e pássaro -  que estão muito associados a estilos de luta do sul da China, muito embora com animais diferentes no circuito;
  • Dinastia Tang (618 EC a 907 EC) - descrições de danças com espadas foram imortalizadas nos poemas de Li Bai;
  • Dinastias Song e Yuan (960 EC a 1368 EC) - disputas de xiangpu foram patrocinadas pelos tribunais imperiais.

E não sei porque as palavras “disputa” e “tribunais” na mesma frase me lembraram dos famigerados julgamentos por combate de Game o Thrones.

Será?

Índia, budismo, Shaolin e as artes marciais chinesas


Chinês com aparência de monge do Templo Shaolin, fazendo pose de lutador de kung fu

Apesar de toda essa documentação aí, as artes marciais asiáticas que hoje conhecemos provavelmente tem fundamento em um misto de modalidades primitivas da própria China e também da Índia.

Isso, a despeito de terem começado a tomar a forma atual durante as dinastias Ming e Qing.

Ocorre, no entanto, que evidências escritas da existência de artes marciais no sul da Índia remontam à literatura Sangam - do séc. II AEC ao séc. II EC, aproximadamente. As técnicas de combate do período Sangam foram os primeiros precursores do Kalaripayattu.

Avançando na linha do tempo, histórias lendárias fazem uma ligação da origem do shaolin quan com a propagação do Budismo (no início do séc. V EC) - desde a Índia até a China - por meio da figura de monge Bodhidharma.

Como todos sabemos, onde há fumaça, há fogo - e lendas em muitos casos tem lá seu pé na realidade. Algum tempo depois encontramos evidência de que os famosos monges do Templo Shaolin de fato tornaram-se mestres do kung fu.

Trata-se de uma estela do ano de 728 EC atestando que:

  1. O Templo Shaolin foi defendido pelos monges contra um ataque sofrido por bandoleiros, ali por volta do ano de 610 EC; e
  2. O mesmo templo exerceu um papel importante na derrota do general Wang Shichong, na batalha de Hulao, em 621 EC.

Há um silêncio documental dos séculos VIII ao XV, sobre qualquer participação dos Shaolin em combate.

No entanto, diversas fontes dos séculos XVI e XVII apresentam evidências de que os monges não apenas praticavam artes marciais, como também de que tais práticas tornaram-se um elemento integrante da vida monástica.

A primeira aparição da lenda a respeito da fundação do estilo Shaolin de kung fu por Bodhidharma (à que me referi logo ali em cima) data deste período. A origem desta lenda, inclusive, foi rastreada até um texto atribuído ao monge budista, escrito em 1624, durante a dinastia Ming.

Para variar, trata-se de mais um clássico chinês - o Yijin Jing ou Clássico da Transformação dos Músculos e Tendões.


Lembra da cidade natal do Miyagi?

Referências à prática de artes marciais no Templo de Shaolin aparecem ainda em vários registros do período tardio da dinastia Ming.

Para citar alguns:

  • epitáfios de monges guerreiros de Shaolin;
  • manuais de artes marciais;
  • enciclopédias militares;
  • textos históricos;
  • diários, ou registros, de viagens;
  • ficção; e
  • poesia.

Embora essas fontes não apontassem para nenhum estilo específico de luta originado no Templo de Shaolin, davam algumas pistas interessantes.

Por exemplo, podemos encontrar referências a métodos de combate armado – que incluem uma habilidade pela qual os monges Shaolin se tornaram famosos: a luta com o bastão.

Uma referência mais direta é a do livro Ji Xiao Xin Shu – algo como Novo Tratado da Eficiência Militar - do general Ming chamado Qi Jiguang. Nele, é incluída a descrição da “técnica Shaolin de punho” (shaolin quan fa) e de técnicas de bastão.

Quando esse livro se espalhou pela Ásia Oriental, inclusive, teve uma grande influência sobre o desenvolvimento das artes marciais em regiões como Okinawa, no Japão, e Coreia.

Kung fu, wushu, quan fa e as farinhas do mesmo saco


Ator da Ópera de Pequim no palco com uma vela e uma espada

Neste momento já passou da hora de fazer um esclarecimento importante.

Ocorre que o termo kung fu, ao longo do tempo, converteu-se em sinônimo ou de um estilo de luta específico, ou das próprias artes marciais chinesas. Mas, a julgar pelo que vi por aí, originalmente não tinha a ver nem com um nem com outro.

O termo kung fu refere-se, em chinês, a habilidades que são adquiridas por meio da aprendizagem ou prática.

É uma palavra composta pelas palavras kung (ou gong) - que no contexto significa trabalho, realização ou mérito -, e fu - que é uma partícula ou sufixo nominal com diversos significados, mas aqui tem a ver com dificuldade.

Assim, kung fu significaria algo como trabalho duro - entre outras coisas. 

A palavra certa

A palavra mais apropriada para designar as artes marciais chinesas como um todo seria, de fato, wǔshù. É uma expressão formada por duas partículas:

  • , que significa marcial ou militar; e
  • shù, que pode ser traduzida como arte, disciplina, habilidade ou método.

Para ser ainda mais preciso, o equivalente chinês ao termo artes marciais chinesas seria zhongguo wǔshù - sendo que zhongguo é tão somente a expressão utilizada pelos chineses para se referir ao seu próprio país, o Reino do Meio.

O tempo foi passando e o termo wǔshù - normalmente escrito no ocidente sem os acentos, wushu - tornou-se também o nome dado ao moderno esporte de exibição e de combate.

Por fim, também existe o quan fa - outro termo eventualmente utilizado para artes marciais chinesas, embora seja mais comumente traduzido como "boxe" ou "técnica de combate".

Seu significado é algo como "método de punho" ou "a lei do punho" - quan significa "boxe" ou "punho" (ou, literalmente, mão enrolada); fa significa "lei", "caminho" ou "método".

Resumo da ópera de Pequim: (quase) sempre que você ler por aí kung fu e wushu, entenda artes marciais chinesas.

E haja tutano pra decorar tanto nome diferente e esquisito, não é mesmo?

Estilos de artes marciais chinesas


Estátua do mais famoso lutador de kung fu animal de todos os tempos, o Kung Fu Panda

Agora que nós temos alguma ideia do que significam kung fu, wushu e todos esses termos quase alienígenas, partamos para entender algo que é intrínseco às artes marciais chinesas: os estilos.

Existe uma miríade deles, criados e aperfeiçoados ao longo de centenas e mais centenas de anos - cada um com seu próprio conjunto de técnicas e ideias.

Há estilos que, por exemplo:

  • imitam movimentos de animais (os chamados imitativos);
  • se inspiram nas mais diversas filosofias ou religiões, mitos e lendas chinesas;
  • colocam a maior parte de seu foco no aproveitamento do qi;
  • se concentram na competição; e
  • são ligados a determinada família, como o hung gar.

E também há um monte de misturas disso tudo aí.

Para facilitar o entendimento e a categorização dessa mixórdia toda, convencionou-se ao longo do tempo utilizar características comuns entre eles para um agrupamento mais amplo.

A seguir, veremos rapidamente três dos principais agrupamentos utilizados.


Imitativos (ou: o segredo dos cinco furiosos)

Como eu escrevi ali em cima, imitativos são os estilos que, geralmente, imitam os movimentos de animais.

Boa parte dos estilos e técnicas de kung fu desenvolvidos pelos monges do Templo Shaolin - para os quais normalmente se usa a expressão shaolin quan. - caem nesta categoria.

No entanto, no caso do shaolin quan, são apenas cinco animais:

  • Tigre (Hu);
  • Leopardo (Bao);
  • Garça (He);
  • Serpente (She); e
  • Dragão (Long).

Então, lembra do Kung Fu Panda? Pois é, aqueles animais não foram escolhidos à toa (exceto, talvez, o próprio panda).

Preste atenção, também, que três desses animais fazem parte do horóscopo chinês. Coincidência? Eu diria que não... mas vá saber!

Conjecturas à parte, não são apenas esses animais aí que possuem estilos próprios. Pelo menos quatro outros animais também "lutam" kung fu:

  • Águia;
  • Macaco;
  • Louva-deus; e
  • Pavão.

Sobre esses estilos animais, vale a pena dar uma olhada na excelente série do National Geographic a respeito d'A Ciência das Artes Marciais - em especial o episódio sobre Lutar como um Animal.

É simplesmente impressionante o que esses caras dão conta de fazer!

Internos e externos (ou: você achou que ia escapar do yin e yang?)


Velas acesas em suportes com a forma yin e yang

Outro tipo de classificação existente para os estilos trata de diferenciá-los de um jeito quase cristão:

  • nèijiāquán - estilos que tem mais foco na manipulação do qi, conhecidos como internos; e
  • wàijiāquán - os que se concentram na melhoria muscular e condicionamento cardiovascular, chamados de externos.

Espírito e carne.

Cheio e vazio. 

Yin e yang.

A propósito, categorização em interno e externo deixa explícita uma dualidade e uma complementariedade bem ao estilo yin e yang mesmo.

De fato, isso é algo praticamente indissociável da cultura chinesa - e com as artes marciais não poderia ser diferente.

Assim, os princípios de yin e yang, são parte intrínseca do desenvolvimento histórico e prático de virtualmente qualquer estilo de arte marcial chinesa. É como se a ausência de um ou outro tornasse as habilidades do praticante desequilibradas ou deficientes – considerando que o yin e o yang sozinhos, como sabemos, são incompletos.

Ou como poderia dizer Oswaldo Montenegro,

metade de mim é yin, e a outra metade também.


Geografia (ou: sumiram com os pontos cardeais)

Outro tipo de classificação bastante comum é a associação de estilos à origem geográfica, quer dizer à região da China onde os estilos originaram-se.

Embora, no limite, a classificação inclua até a província ou cidade, o mais comum é utilizar os pontos cardeais norte (běiquán) e sul (nanquán) - sendo que a separação se dá pela pela maneira mais ridiculamente simples de todas: o rio Yangtze (Chang Jiang).

Os estilos do norte - como o chang quan e xingyi quan - tendem a enfatizar:

  • chutes rápidos e poderosos;
  • saltos altos; e
  • movimento geral fluido e rápido.

Já os do sul - como o bak mei, wuzu quan, choy li fut e wing chun - concentram-se mais:

  • no braço forte;
  • em técnicas de mão;
  • em posturas estáveis, imóveis; e
  • no rápido trabalho de pés.

A título de mera curiosidade, o wing chun foi um dos estilos que o mestre Bruce Lee aprendeu.

Fraco, hein!

Acabou, mas vem mais por aí


Boneco de Bruce Lee olhando meio torto para a câmera

Caramba, que textão! E sabe que eu gostei de escrever o bicho?

Talvez por eu ser um fã das artes marciais, inclusive e especialmente as chinesas. Gosto da plasticidade delas e também de toda a filosofia que há por trás.

Praticar, que é bom mesmo, está meio longe de minhas atuais possibilidades (ou prioridades).

Mas quem sabe um dia eu aproveito que tem um mosteiro budista não muito longe daqui de casa... ou que tem uma turma de tai chi chuan ali do outro lado do Eixão, que é ainda mais pertinho.

Enquanto isso, vou pensando em alguns posts futuros derivados deste aqui.

Teremos, assim espero, pelo menos:

  • Grandes mestres das artes marciais chinesas da história - que já será um dos próximos posts;
  • Bruce Lee - você não achou que eu nunca escreveria sobre ele, achou?
  • Os principais estilos de wushu, ou kung fu, ou artes marciais chinesas mesmo - ainda sem previsão no curto prazo, deve gerar também um monte de filhotinhos;
  • Grandes lutadores da história, reais ou fictícios - também sem previsão.

Quanto a esse último, estarei a apresentar feras de variados estilos de luta, inclusive de fora da China. Obviamente, teremos Muhammed Ali, Chuck Norris e Elektra, entre muitos outros.

E isso aí em cima é só o que consigo lembrar que foi me aparecendo enquanto escrevia esses finalmentes.

Espero que tenha gostado e conto com seus comentários aí em baixo.

Grande abraço e que a força esteja com você!


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Créditos e referências

2 comentários :

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